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Empreendedorismo pode ser aposta para Engenheiros Ambientais

Com perfil empreendedor, o Engenheiro Ambiental Willem Wily de Paula Barbosa apostou no trabalho autônomo e na criação de Empresa de Consultoria Ambiental para alavancar sua carreira.

 

De acordo com o Engenheiro Empreendedor o caminho traçado não foi fácil, e aponta dificuldades desde a graduação para se firmar na profissão escolhida. Todavia com muita determinação ele conseguiu realizar o sonho da criação de uma empresa própria, sempre aliando trabalho ao estudo.

 

Graduado em 2007 pela Universidade Católica de Brasília – UCB, e com especialização em Educação Ambiental e Mestrado em Planejamento Ambiental, atualmente exerce o cargo de Diretor de Planejamento na ECOMAPA, Empresa de Consultoria em Meio Ambiente e Projetos Agrários, além de ser Docente da UCB. Na ECOMAPA, atua na área de consultoria e assessoria técnica em meio ambiente e engenharia para diversos parceiros e clientes no Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais, principalmente no licenciamento de empreendimentos agropecuários, certificação ambiental e cadastramento de imóveis rurais.

 

Sobre sua experiência profissional Willem concedeu entrevista exclusiva à Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais – ANEAM. Leia a íntegra abaixo.

ANEAM - A Associação Nacional dos Engenheiros Ambientais – ANEAM vem buscando cada vez mais valorizar, fortalecer e integrar a classe dos profissionais de Engenharia Ambiental do Brasil. Assim, criamos em nosso Site o quadro Carreira, para mostrar como profissionais desta área alcançaram o tão almejado sucesso. A ANEAM escolheu você para ser entrevistado como exemplo de sucesso na Carreira. Conte como foi chegar até aqui e quais seus planos para o futuro.

 

Eng. Willem - O caminho traçado até aqui foi bastante árduo e complicado, primeiramente encontrei sérias dificuldades financeiras para concluir o curso de graduação, o que posteriormente também causou complicações no que se refere à inserção no mercado de trabalho, tendo em vista este novo nicho mercadológico (ambiental) que ainda não era muito bem absorvido pelas empresas. Após alguns meses iniciei, junto ao meu atual sócio, a realização de serviços de consultoria ambiental de maneira autônoma, posteriormente o volume de serviços foi crescendo e tivemos a necessidade de organizar um Empresa de Consultoria Ambiental (ECOMAPA) incubada na ITEC/UCB , que já possui cerca de 4 anos de mercado e já atua em todo DF e entorno. Em seguida surgiu a oportunidade de trabalho no setor de docência do ensino superior, área onde atuo desde 2011, na UCB/DF.

 

ANEAM - Quais foram as maiores dificuldades encontradas para entrar no mercado de trabalho, se existiram?

 

Eng. Willem – A princípio a dificuldade de inserção no mercado de trabalho, em função da falta de conhecimento das empresas, desta forma as possibilidades de trabalho eram bem escassas. Atualmente a grande dificuldade encontrada se reside no fato de muitos profissionais atuarem no mesmo segmento (licenciamento ambiental), o que faz com que o preço dos serviços baixem o preço e diminuam em volume. Este fato pode ser positivo, pois permite que empresa procure novos caminhos no setor, tais como energias renováveis e resíduos sólidos.

 

ANEAM - A Engenharia Ambiental é relativamente nova no mercado de trabalho brasileiro e também, dentre as demais Engenharias, a que mais tem potencial de crescimento. O que você acha que esta faltando para que esse fato seja concretizado? Na sua opinião, o que falta para os engenheiros ambientais hoje?

 

Eng. Willem – Para mim, a profissão já possui grande reconhecimento no mercado de trabalho, tendo em vista que o curso completa cerca de 20 anos no Brasil. Atualmente diversos colegas de Universidade ocupam cargos importantes e estratégicos em grandes empresas privadas e órgãos públicos, fato que impulsiona este potencial de crescimento. Além das próprias tendências e demandas criadas por legislações ambientais e fiscalização dos órgãos responsáveis, que muitas vezes demandam a criação de setores de meio ambiente em instituições que antes não possuíam. Um aspecto que se deve trabalhar entre os engenheiros ambientais é a questão relativa a se criar uma tabela informando quais os preços mínimos de serviços a serem prestados. Esta ação se justifica, pois ainda não uma padronização no mercado o que permite que valores para o mesmo serviço, orçado por consultores diferentes é bastante variável.

 

ANEAM - Hoje você está sendo reconhecido pelo trabalho, esforço e dedicação em prol da profissão de Engenheiro Ambiental. Qual recado você gostaria de deixar aos futuros Engenheiros Ambientais?

 

Eng. Willem – Meu recado é que o Engenheiro Ambiental consiga resolver problemas concretos de prevenção e remediação, que se posicione diante das ações antrópicas mediante aplicações da tecnologia disponível. E que seu posicionamento seja sistêmico, que leve em consideração todas as dimensões ambientais, inclusive o aspecto social.

 

ANEAM – A ANEAM, por meio desta entrevista, vem cumprindo o seu papel de reconhecimento e valorização dos Engenheiros Ambientais do Brasil. Como você avalia esta ação?

 

Eng. Willem – Avalio como uma grande evolução e demonstração de integração e fortalecimento da classe.

 

Diretoria de Comunicação - ANEAM

 

http://aneam.org.br/noticias/carreira/1449-empreendedorismo-pode-ser-aposta-para-engenheiros-ambientais-

 

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Curso de Aperfeiçoamento em Georreferenciamento de Imóveis Rurais


Este curso é fruto de uma parceria entre a Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO) e o Instituto Tecnológico do Centro-Oeste (ITCO) e visa capacitar profissionais que atuam ou desejam atuar no levantamento topográfico de imóveis rurais, especialmente destinado a atender a Lei 10.267/2001, que passou a exigir o georreferenciamento desses imóveis em algumas situações específicas.

Desde novembro de 2008, todos os imóveis rurais com mais de 500 ha. devem ser georreferenciados nos casos de desmembramento, parcelamento, remembramento e em qualquer transferência de propriedade e, a partir de novembro de 2013, os imóveis rurais com mais de 250 ha. também deverão ser georreferenciados nestas condições. Este tipo de levantamento somente pode ser realizado por profissionais habilitados e registrados no CREA e no INCRA do Estado ao qual pertence o imóvel mapeado.

O curso é composto pelas seguintes disciplinas: Legislação Aplicada ao Georreferenciamento, Cartografia Geral Aplicada, Ajustamento de Observações, Geodésia Aplicada, Topografia Automatizada Aplicada, Posicionamento Geodésico pelo GPS, Prática de Posicionamento GPS Aplicado e Trabalho Final de Curso. Este curso é oferecido desde 2004 e já foram formadas 36 turmas, em diferentes capitais brasileiras.

As aulas abrangem aspectos teóricos e práticos do Georreferenciamento e maiores informações podem ser obtidas no ITCO através do fone (62) 3223-2388, pelo e-mail geo@itco.org.br ou no endereço www.itco.org.br.

www.ecomapa.com.br

 

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Material ecológico para construção civil economiza água e reduz entulho


Desenvolvido no Brasil, um material para construção civil promete minimizar os impactos – ambientais e econômicos – gerados pela no mundo todo. O produto é equivalente à argamassa e reduz a produção de entulho, o uso de água, cal e areia para levantar paredes

A Massa DunDun é uma espécie de cola utilizada para fixar os tijolos e sua aplicação é mais sustentável do que a argamassa, já que o produto não gera resíduos, mantém as obras limpas, combatendo assim o desperdício de muitos recursos que se transformariam em entulhos, por exemplo.

São necessários apenas 1,5 kg deste produto para assentar 1 m² de parede, resultando assim, um menor custo que o método tradicional.

Ela é indicada para vedar paredes erguidas com vários materiais – como concreto, tijolo convencional, cerâmica e tijolo ecológico – o produto é um fluido que também promete reduzir os esforços físicos dos operários e promete aposentar as betoneiras, será?

A grande criação conquistou o “Prêmio Inovação e Sustentabilidade”, realizado pela CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção). De acordo com uma pesquisa realizada nos EUA, até 50% dos recursos naturais do planeta são consumidos pela construção civil, uma das atividades de desenvolvimento mais predatórias do mundo.

O produto sustentável pode ser vendido pela metade do preço da opção comum da argamassa. Como a aplicação também demanda menos esforços dos trabalhadores, a obra pode ficar pronta até três vezes mais rápida do que se estivesse sendo usada a argamassa.

 http://www.engenhariae.com.br/meio-ambiente/material-ecologico-para-construcao-civil-economiza-agua-e-reduz-entulho/

 

 

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China planeja construir cidade sem carros


A China quer eliminar os carros das suas cidades, parece uma tarefa impossível mas partindo do zero não é. A Great City vai ser construída em volta de grandes prédios com capacidade de 80 mil pessoas cada um.

Projetada para ser uma área rural fora de Chengdu, a Great City vai permitir aos moradores o acesso a uma zona de jardins e vegetação que compõe 60% da área total da cidade.

A empresa de Chicago responsável pelo projeto, Adrian Smith + Gordon Gill Architecture, assegura que a cidade vai usar 48% menos de energia e 58% menos de água do que uma cidade tradicional do mesmo tamanho. Produzirá também 89% menos resíduos de aterro e gerará 60% menos dióxido de carbono.

O projeto aborda o problema de excesso de população e poluição, recorrendo à aglomeração de pessoas em habitações verticais e ao cultivo de alimentos perto de casa. “O projeto foi feito para tentar resolver algumas das questões mais urgentes do nosso tempo, incluindo a necessidade de desenvolvimento sustentável e a vida urbana densa a um custo que as pessoas possam pagar”, disse Gill.

A Great City pretende ser uma cidade vertical que permite aos habitantes viverem em harmonia com a natureza. O objetivo é mostrar que as cidades não tem necessariamente de poluir e viver alienadas da natureza. Espera-se, assim, que esse seja um bom lugar para viver, trabalhar e criar uma família.

http://www.engenhariae.com.br/meio-ambiente/china-planeja-construir-cidade-sem-carros/

 

 

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Húmus pode ser uma alternativa para tratar solo contaminado


No Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP, uma pesquisa realizada pelo químico Leandro Antunes Mendes mostrou que a vermicompostagem é eficaz para remediar solos contaminados por cromo, cobre e chumbo. A vermicompostagem é o processo realizado a partir da decomposição de resíduos orgânicos por minhocas, o que dá origem ao vermicomposto (ou húmus), material comumente utilizado comofertilizante.

O trabalho foi realizado para a dissertação de mestrado Utilização de vermicomposto com vistas à remediação de solos contaminados com cromo, cobre e chumbo, apresentada em 11 de outubro no IQSC. "A adição de 2,5 gramas de vermicomposto em 7,5 gramas de solo foi capaz de reter 100% das espécies metálicas, tanto no solo arenoso como no argiloso, comprovando que o vermicomposto também é eficaz como descontaminante", diz o pesquisador, que teve a orientação da professora Maria Olimpia de Oliveira Rezende, do Laboratório de Química Ambiental.

Mendes ressalta que os testes foram realizados em laboratório e tiveram o objetivo de testar a eficácia da técnica, e não sua aplicação. O químico lembra que, atualmente, existe uma busca por soluções tecnológicas verdes, que não afetem o meio ambiente, e solos contaminados por metais costumam ser tratados com solventes, material poluente. "Já sabíamos que o vermicomposto apresenta a propriedade de reter metais, então decidimos testar a técnica", explica.

Os testes mostraram também outra vantagem: com o uso da vermicompostagem, os metais não ficam disponíveis no meio ambiente e não ocorre a lixiviação, processo em que a chuva carrega as substâncias para o lençol freático.

TESTES

O pesquisador trabalhou com dois tipos de solo: arenoso e argiloso. O uso de cromo foi escolhido por se tratar de um produto muito utilizado em curtumes. Já o cobre e o chumbo, apesar de serem contaminantes, também são essenciais para as plantas, mas em pequenas quantidades.

Os solos utilizados para o estudo (arenoso e argiloso) foram retirados do campus II da USP, em São Carlos, em uma área livre de contaminação. Os testes foram realizados no Laboratório de Química Ambiental do IQSC, coordenado pela professora Maria Olimpia de Oliveira Rezende.

No Laboratório, o pesquisador lixiviou uma solução contendo os metais nos dois tipos de solo. A vermicompostagem usada foi comercial, comprada de uma empresa privada. Apesar de naturalmente o solo argiloso apresentar uma maior capacidade de retenção (quando comparado ao solo arenoso), a proporção de vermicomposto usada foi eficaz para remediar os dois solos, retendo 100% dos metais.

"A partir dos resultados obtidos, podemos sugerir que sejam realizados outros estudos em áreas maiores, bem como pesquisas ligadas a fitotoxicidade, para analisar se os metais chegam a atingir a parte aérea da planta", sugere. Outra sugestão é verificar se a adição de uma proporção menor de vermicomposto também irá levar a 100% de retenção de metais.

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticias/humus-pode-ser-alternativa-tratar-solo-contaminado-713716.shtml

 

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